quarta-feira, 25 de março de 2009

Se perca nesse mapa de imagens

Imagine uma lojinha de livros, isso, uma livraria aconchegante...
Uma dessas lojinhas está situada em Paris...
http://www.miragebookmark.ch/images/shakespeare-and-co-240.jpghttp://tarzanvsibm.files.wordpress.com/2009/03/shakespeare-and-company.png?w=400&h=291

Putz!Um puta fotografo! Cedric Arnold


Nas fotos: Links para o site e o blog.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Pesquisa CorpocomoMidia

Autores:

Artigos, Teses e Dissertações:


http://liriah.teatro.vilabol.uol.com.br/Gif/arlecchino.gif
http://www.revestito.it/images/Articoli/Spettacolo/arlecchino.jpg
http://img103.imageshack.us/img103/1331/arlecchinoelascalacontagi6.jpg

Sobre o Arlequim


(...) Sem fama e sem vintém,
Amando os vinhos e os baralhos,
Eu, nesta veste de retalhos
Sou tudo quanto te convém.

(Manuel Bandeira. O Descante de Arlequim)

"
Foram inúmeros os atores que representaram Arlequim. Segundo Roberto Delpiano, o primeiro de que se tem notícia foi Alberto Naselli, de Bérgamo, em 1572. Seus trajes eram uma calça larga e uma jaqueta coberta de retalhos e sua máscara era feita de madeira. Com o tempo, a indumentária se tornou mais sofisticada, assim como o caráter do personagem, que passou a dar voz a críticas sociais cada vez mais incisivas. "

http://www.ntwk.it/niu/files/u1/10318-1.jpg
"ais ou menos a partir daí, uma conjunção de fatores, tais como o investimento da indústria fonográfica e da mídia em geral no espetáculo proporcionado pelas escolas de samba, acabou por mudar completamente a "cara" do nosso Carnaval. No entanto, mesmo que não o vejamos mais tomando sorvete com a Colombina, tenho a impressão de que o Arlequim continua a fazer parte da memória e da alma brasileiras. Seu espírito está presente em nós - naquela parte de nós que é brincalhona e irreverente, que vive o dia de hoje, que é criativa e contestadora e sobrevive conforme é possível. E, talvez, ele viva também em nosso lado mais romântico e arrebatado... aquele que inspirou Geraldo Carneiro e John Neschling a escrever esta canção.

Olha a Lua

Olha a Lua,
Minha doida, minha triste Colombina.
Conta por que sofres tanto assim.
Será que é pouca
a minha alma louca de Arlequim?
Dentro de mim um sonho danado
de viver embriagado
pelo lado avesso...

Olha a Lua
Antes que ela vá pra trás do edifício.
Não, não tenha medo
de falar do teu segredo,
de contar na escuridão
as penas do teu coração.

(...)"

terça-feira, 17 de março de 2009

Bibli-o-teca

http://www.estacaoliberdade.com.br/releases/objeto2.jpg

Sobre o livro

Desde as antigas práticas de mumificação do cadáver até o atual lifting, promotor da juventude de milhares de corpos vivos, não haveria uma teimosa inclinação humana voltada à transformação do corpo em objeto de arte? O fascínio pela exibição do corpo esculpido cotidianamente e a obsessão de estetismo não seriam maneiras de frear a labilidade das imagens corporais, ou ainda um modo de emoldurar a vida humana num campo estético fixo? O ideal da beleza suprema não exprimiria a inacessibilidade dos corpos tanto quanto a sublimação do desejo?

Henri-Pierre Jeudy não se furta a examinar questões desta natureza, tanto na arte quanto na vida quotidiana. Sociólogo, professor de estética e autor de diversos trabalhos sobre as artes e a cultura contemporânea, Jeudy desconforta o leitor pouco habituado à percepção de estereótipos que sustentam os ideais da beleza corporal hoje em expansão. Ele torna estes estereótipos visíveis, mesmo quando o corpo é colocado no centro dos dilemas da arte e da cultura: nunca como em nossos dias o corpo foi tão interrogado, vasculhado, interpretado e, ao mesmo tempo, tratado como a derradeira fronteira a ser desvendada, o último mistério a ser decifrado... o grande enigma. Para Jeudy, o estereótipo se faz presente, também, nesse meio paradoxal, resultando de uma alteridade produzida. Por isso, não crê numa singularidade anterior a toda estereotipia e percebe o corpo transformado em obra de arte numa miríade de circunstâncias, épocas e lugares, incluindo a literatura, a mitologia, a filosofia, as artes plásticas e a dança. O corpo como objeto de arte não deixa de ser, contudo, uma aposta dupla: na deliberação de sua morte e na sua imortalidade.

Ao longo dos capítulos, o risco do esteticismo emerge, também, junto à massa de discursos que vem se apoderando cada vez mais amplamente do corpo para interpretá-lo antes mesmo de suas performances. Mas o autor não salva o corpo e a arte deste risco. Ele intensifica as suas condições de possibilidade. Por isso, sua análise se descola rapidamente da busca de uma suposta singularidade perdida, ou de alguma descoberta que lhe garantisse revelar o último estereótipo da interpretação.

Denise Bernuzzi de Sant'Anna
Departamento de História – Pós-Graduação, PUC-SP
(Texto de orelha)

Atenção!

Clique na imagem e ache um texto!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Pausa prá poesia.

Todo dia que eu acordo
e penso no mundo,
aprendo,
alguma coisa.
E sinto se como,
meu corpo
torcesse
até escorrer tudo.

E assim eu me livro
do peso,
do peso do mundo;
do que eu sou no mundo.

Meu corpo todo
escorre água,
e eu fico mais calma.

9 horas no relógio,
Central,
penso no mundo,
aprendo alguma coisa.
Eu me torço pra passar entre os outros
E me esforço pra sofrer pouco.

Eu pego o troco,
desço do ônibus.
O sinal não pifa,
As pessoas não param.
Elas estão cheias de sí,
e precisam (se) torcer um pouco,
para (se) livrar de tudo,
tudo que é o mundo.

http://aletp.com/images/blog/spin.jpg

sexta-feira, 6 de março de 2009

corpo, sujeito e/ou objeto


http://www.artfacts.net/exhibpics/15025.jpg

"Sujeito, objecto ou ambos. O posicionamento de Jemima Stehli na fotografia é a base do trabalho da artista que consiste numa série de experiências performativas. Em Photo Performance 23, 27, 30, 31, Stehli explora a relação entre escultura, fotografia e performance, debruçando-se sobre as tensões existentes entre estes media. A sua matéria-prima é, muitas vezes, a arte de Helmut Newton, Allen Jones e Larry Bell. Tomando como suas as imagens artísticas que eles criaram, re-investiga a linguagem da História da Arte e explora as ligações entre si e o academismo.

O estúdio é o espaço de trabalho de Jemima Stehli, como facilmente se comprova nas imagens que produz, numa atitude que reafirma as relações entre artistas, estúdios e meios de produção. Em grande parte da obra que produziu no estúdio, a artista utilizou um espelho. A imagem que este reflectia foi enquadrada na obra e utilizada pela artista como um duplo do seu próprio corpo. Em trabalhos mais recentes, Stehli abandonou o estúdio e incluiu outra pessoa, activa na obra, chegando, por vezes, a sobrepor-se à própria artista."

CTRLC+CTRL V: aqui

"(Uma) das séries mais fascinantes da autora: Strip. Nesta série de fotografias a artista faz-se fotografar enquanto faz um strip-tease perante convidados masculinos. A autora despe-se diante de cada um deles e é a cada um deles que compete escolher o momento do registo fotográfico mas, na imagem final, a artista é vista de costas e são eles que surgem retratados de frente.
A aparente submissão a uma das mais comuns fantasias associadas ao olhar masculino objectificador da mulher transforma-se, assim, numa subordinação desse olhar masculino ao poder de uma encenação feminina que, ao gratificá-lo de modo excessivo, acaba por o esvaziar de poder colocando-o, afinal, na posição de objecto da nossa curiosidade malsã. O que atrai o nosso voyeurismo nestas fotografias não é o modo como a artista se despe mas o modo como os seus colaboradores masculinos "aguentam" a situação.
O facto de os colaboradores convidados serem, todos eles, homens com funções e nomes consagrados no mundo da arte (crítico, dealer, escritor, curator) vem trazer a esta operação estético-sexual uma nova dimensão de implicações, no âmbito de uma sociologia da arte que tenha consciência da indissociabilidade entre significações artísticas e significações culturais, contextuais, construídas no âmbito das lógicas de interacção social no interior do mundo da arte. Entre a economia do desejo e a sociologia da arte, entre a economia da arte e a sociologia do desejo, onde é que está o meu corpo?"

Alexandre Melo, "Onde é que está o meu corpo", Catálogo da Exposição de Jemima Stehli no Centro de Artes Visuais, distribuído com o Jornal Público, no dia 1 de Março

CTRLC+CTRLV: http://janela-indiscreta.blogspot.com/2004/03/aguentar-situao.html

Imagens Extra- Ordinárias

© Jean-François Lepage

imagens Extra-Ordinárias

http://www.erikapalomino.com.br/erika2006/img/fotos/noticia/506.jpg
Marcio Banfi

quarta-feira, 4 de março de 2009

domingo, 1 de março de 2009

DancaemFoco 2007

Oficina de Criação Audiovisual com Câmeras de Celulares - Daniel Miracle
Na imagem tem o link para nossos vídeos realizados na Oficina!
+ Oficina Daniel Miracle
(dançando)
+ Corpo Fragmentado
(câmera)
+ Cyborg
(câmera)

Sobre a epiderme

Vídeo
Luana Aguiar

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