sexta-feira, 16 de julho de 2010

Crítica ao trabalho exhibition de Claudia Muller, do site idança.

ONFISSÕES DE UM CRÍTICO DESTITUÍDO – PACTO, SIMULAÇÃO, LUGAR E INCLUSÃO ATRAVÉS DA OBRA DE CLÁUDIA MÜLLER

Joceval Santana

Eu não vi Cláudia Müller. Não a vi dançar, propriamente dito, ela não fez a Entrega de Dança Contemporânea em Domicílio para mim, nem fui um dos escolhidos para um acordo individual que ela fez na calada no teatro, em Exhibition. Fui traído pelas circunstâncias – e a traição foi um dos primeiros sentimentos mobilizadores deste texto, que deveria ser gerado de um estágio de convivência mais próximo com Cláudia Müller.

Não a vi dançar, assim como não a vi da primeira vez em que tive acesso ao seu trabalho, com a videodança Fora de Campo, no qual a própria bailarina e coreógrafa não é filmada, mas, sim, as pessoas que pediram ou receberam em casa, na rua, no ambiente de trabalho a sua entrega. Na videodança, mais do que as discussões implicativas da sua proposta acerca dos meios de financiamento, produção, distribuição, fruição da arte e o paralelismo com sistemas de mercado e consumo, chamou-me atenção a possibilidade de construir no meu imaginário “uma” dança a partir da reação dos seus espectadores – suas emoções, tentativas de explicação/entendimento e até mesmo suas simulações, tentativas de reproduzir os movimentos de Cláudia. Essas reações foram selecionadas, recortadas e editadas, construindo uma obra que caminha pela tensão, e fusão, entre o presencial e a ausência. E na qual o corpo, através da câmera, se oferece também como uma narrativa de invenção.

Fora de Campo é capaz de produzir em nós, (tel)espectadores dos espectadores, a construção de imagens, referências e mesmo memória daquele corpo e daquela dança à qual não tivemos acesso “direto” ou sequer intermediado pela fidelidade manipulada da câmera. No entanto, se a opção de Cláudia Müller em permanecer fora do enquadramento instiga, ao mesmo tempo, sua videodança sugere constantemente a legitimidade da sua dança (como forma de gerar emoção) e da sua estratégia de apresentação (como forma de discutir inclusão).

Algum tempo depois, durante a divisão de tarefas do Interação e Conectividade, “briguei” para acompanhar o trabalho de Cláudia e produzir textos a partir desse compartilhamento. Menti no começo deste texto, vi o trabalho de Cláudia Müller uma única vez, quando ela fez entrega numa reunião de diretores da Fundação Cultural do Estado da Bahia, estes surpreendidos pelo discurso eminentemente político da obra. Mas, pela própria plateia – sei que o perfil de quem assiste é constitutivo da obra, e de maneira especial, desta obra – e pelas condições em que se deu minha presença de “jornalista” no local, prefiro colocar esta experiência como extraordinária, e reafirmar para fins deste texto que não vi Cláudia Müller. Não acompanhei suas entregas, suas oficinas, e, última esperança, no espetáculo Exhibition cheguei até o foyer, mas não fui um dos escolhidos para entrar no teatro, embora uma das “atendentes” tivesse me garantido que todos entrariam.

Para ver Exhibition, uma pequena fila se formou atrás do aviso de lotação esgotada. Acesso apenas para as pessoas relacionadas ao festival, mas, mesmo assim, algumas ainda ficaram de fora. No foyer, aguardava-se a entrada na sala de espetáculo, enquanto exibições em um vídeo funcionavam como reafirmação da obra de Cláudia (com depoimentos sobre sua participação num festival de arte contemporânea) e simulacro (com comerciais de uma marca fictícia de açúcar, vinculando-a a conceitos de requinte e felicidade instantânea, com forte acento no artificialismo). Em determinado momento, os atendentes passaram a servir Chandon aos que ultrapassaram a porta do foyer e o que era uma movimentação um tanto suspeita se evidenciou: pessoas escolhidas para entrar no teatro, onde passavam alguns minutos e saíam. Mas nem todos tiveram a sua vez… Algo foi rompido no pacto/palco do acesso?

Não, o lá-fora também fazia parte do espetáculo – e o lá-fora do lá-fora, barrados. Cláudia Müller espetacularizava a institucionalização do acesso, a inclusão (que pressupõe uma exclusão), os critérios de seleção e o poder sobre eles.

Mas uma vez sem vê-la, a projeção da sua presença se fortalecia em mim e me provocava. Percebi, ainda um tanto perdido pelo que foi negado, que sua presença/ausência tinha sido muito marcante para mim nos últimos dias: pela angústia de não conseguir acompanhar o seu trabalho e pela curiosidade em saber das pessoas que o viram o que elas achavam. Percebi o quanto tinha falado sobre Cláudia naqueles dias.

Cada obra engendra a sua própria crítica ou forma de reflexão em cada espectador. A de Cláudia, naquele momento de “traição” – eu, que havia sido institucionalmente delegado a refletir sobre ela –, provocou em mim uma necessidade imediata de construir essa reflexão a partir de outros olhares. A questão que se colocava, também imediatamente, era: se o olhar do crítico é apenas um olhar possível sobre o alcance de uma obra, legitimado principalmente pela publicação desse olhar em veículos e com assinaturas de diferentes graus de valoração no nosso imaginário, seria possível e mesmo capacitado escrever uma “crítica” a partir de múltiplos e outros olhares? Como se estabeleceria esse diálogo com o leitor, que viu ou não a obra? Como assumir outros lugares nesse diálogo? O valor de credibilidade escaparia ou se fortaleceria?

Aos escolhidos de Exhibition, um por um, eu soube, Cláudia propunha um pacto. Eles falariam sobre um espetáculo de dança que os tinha emocionado e, em troca, ela dançaria para eles. Tudo teria sido registrado por câmera, os depoimentos e as reações. Acredito que Cláudia vá usar esse material coletado em uma próxima obra.

Resolvi fazer uma simulação: perguntei às pessoas que emoção o trabalho de Cláudia Müller lhes causava. Colhi os meus depoimentos e reações; espectador do espectador; jornalista, recortei, conduzi, editei; crítico, acreditei que poderia apontar e redimensionar o espaço da emoção e da reflexão. Traído, cumpriria minha parte.

Fiz o texto – que não é este. Construí uma visão daquilo que não vi. E tento oferecer aqui, eu mesmo, uma possibilidade de revê-la. Mesmo para quem teve acesso a ela. Uma possibilidade a mais de construir imagens, referências, discurso, reflexão, registro.

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Arthur Barrio - trouxas - referência de trabalho-similariedades

http://josekuller.files.wordpress.com/2010/01/trouxa1.jpg

No mesmo momento, dentro de prisões militares, várias pessoas, entre elas estudantes, professores, políticos, operários, intelectuais e quaisquer suspeitos de oposição ao regime militar, eram torturadas e mortas violentamente (em alguns casos o cadáver aparecia, em outros desaparecia para sempre). A relação entre o primeiro e o segundo fato marcava a oposição dos artistas de vanguarda à violência militar instaurada no Brasil a partir do Golpe Militar de 31 de março de 1964.

O que flutuava no rio Arrudas eram as Trouxas do artista plástico Arthur Barrio. Eram obras construídas como trouxas amarradas e cortadas a golpes de faca, onde inseria-se tinta vermelha. Ao invadir o principal rio que corta Belo Horizonte, a obra de Barrio fazia com que as pessoas as confundissem com corpos ensangüentados e assassinados. O objetivo de Barrio era denunciar o “desovamento” de corpos de pessoas que eram assassinadas nas prisões militares.

Este happening de Barrio fazia parte do evento artístico Do Corpo à Terra, organizado por Frederico Morais, em abril de 1970, em Belo Horizonte, que durou três dias. Reunindo artistas de vários estados, que fariam suas performances, happenings e rituais, o objetivo era reagir dentro do campo da estética à realidade da ditadura recém instaurada no Brasil.

O acontecimento foi definido por Frederico Morais como uma forma de arte-guerrilha. Assim dizia ele: “O artista hoje é uma espécie de guerrilheiro. A arte é uma forma de emboscada. Atuando imprevisivelmente, onde e quando é menos esperado, o artista cria um estado permanente de tensão constante”.

A arte de vanguarda, organizada na forma de atuações públicas, enquanto crítica aos sistemas/circuitos e aparatos que regiam as artes e enquanto crítica ao amordaçamento coletivo das expressões promovido pela ditadura militar, trouxe para a cena o binômio arte-política. Além do evento acima comentado, vários artistas, individualmente ou organizados em grupos, associaram seu fazer artístico à busca de uma crítica política.

Adeptos da frase de Maiakovsky (“Sem forma revolucionária não há arte revolucionária”), para os artistas brasileiros dos anos 60 e 70, arte, cultura, política e ética eram elementos indissociáveis de uma mesma questão, a da participação política. O que os artistas buscavam era um processo de comunicação cujo objetivo era, em última instância, uma intervenção na realidade.

Como observou Celso Favaretto, naquele momento eles respondiam a necessidades como articular a produção cultural em termos de inconformismo e desmistificação, vincular a experimentação de linguagem às possibilidades de uma arte participante.

Não há dúvida de que boa parte dos artistas deste período pretendiam, ao fazer arte, estar fazendo política. O interesse político dos artistas pode ser percebido, por exemplo, no programa da exposição Nova Objetividade Brasileira, apresentada no MAM, em 1967, reunindo trabalhos de artistas do Rio de Janeiro e São Paulo, que definia como uma das prioridades do grupo “a tomada de posição em relação aos problemas políticos, sociais e éticos”.

As sugestões que a Pop Art americana e o Noveau Réalisme francês traziam ao meio artístico brasileiro expandiam as pesquisas direcionadas para a criação das obras em outras dimensões além das estabelecidas pela estética tradicional. Daí o uso intensivo de colagens, das técnicas e cores derivadas do poster, da preocupação com a matéria, o suporte, a questão tridimensional.

Para atingir da melhor forma possível o observador e integrá-lo como protagonista da obra, os artistas lançavam mão de um código de signos e imagens provenientes dos meios de comunicação, publicidade e design, que tinham disseminado os sinais gráficos, os caracteres tipográficos, as cores chapadas, logotipos, etc.

Nesse sentido, veja-se a obra Lute, de Rubens Gerchmann, que eram letras gigantescas colocadas atravessadas na Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro, com o propósito de atrapalhar o trânsito e chamar o público para a luta contra a ditadura.

Um dos temas tratado por artistas ligados à vanguarda foi o “caso Herzog”. A explicação dada pelo DOI-CODI sobre a morte do jornalista Vladimir Herzog é a de que ele teria se matado na prisão no ano de 1975. O que de fato aconteceu é que Herzog foi torturado até à morte.

A morte dele provocou a primeira grande reação popular contra a tortura, as prisões arbitrárias, o desrespeito aos direitos humanos. Também produziu algumas obras de arte que denunciavam seu assassinato, como o caso das obras de Cildo Meireles e Antonio Henrique do Amaral.

Buscando minar o controle das informações exercido pelos órgãos do poder e transformando-se em veículo de uma ação tática clandestina de resistência política, Meireles carimba em algumas notas de Cruzeiro, moeda corrente no Brasil do período, a pergunta Quem matou Herzog?.

Aproveitando a facilidade da circulação das notas de um cruzeiro (sabemos que quanto menor o valor, maior sua circulação), o artista fará uso delas para criar com sua obra uma forma de interrogação nacional sobre o assassinato do jornalista.

Antonio Henrique Amaral também trata da questão do assassinato de Herzog em duas telas: A morte no sábado, tributo a Vladimir Herzog, de 1975 e Ainda a morte no sábado, de 1976. Nas duas obras, fazendo uso da oposição entre formas orgânicas e metálicas, garfos de ferro atravessam uma espécie de representação de vísceras violentamente dilaceradas, aparecendo peles que se abrem para fora depois de rasgadas, veias que surgem em meio a um amontoado de gordura e tripas, tudo manchado pelo sangue que predomina totalmente na tela.

Na segunda obra ajunta-se uma “coroa de cristo”, um dos instrumentos de tortura usados durante os interrogatórios militares. A duas telas têm o claro propósito de denunciar a causa da morte de Herzog como resultado das torturas que sofreu nos porões de uma prisão militar.

Várias mostras de arte foram organizadas sem que se abrisse mão da crítica política, buscando para além da pesquisa estética, opinar frente ao quadro autoritário instalado em 64. São exemplos as duas mostras do MAM do Rio de Janeiro (“Opinião 65” e “Opinião 66”), a mostra “Pare”, na Galeria G-4, em 1966, “Vanguarda Brasileira” (UFMG, maio de 1966), “IV Salão de Brasília”, de 1967, além de várias outras.

Mas o interesse dos artistas pela inserção de posições políticas em suas obras acabou encontrando um empecilho: a censura militar. O AI-5, no plano cultural, oficializou a censura prévia, repercutindo negativamente sobre a produção artística. “O AI-5 paralizou tudo”, dizia Glauber Rocha, refletindo sobre a situação de quase desespero em que se encontravam os artistas.

Nesse momento da história da arte brasileira, as primeiras manifestações de censura ocorreram no IV Salão de Brasília, onde obras de Cláudio Tozzi e José Aguillar foram censuradas por serem consideradas políticas.

No III Salão de Ouro Preto, o júri sequer pode ver algumas gravuras inscritas, previamente retiradas. Também a II Bienal da Bahia foi fechada, presos seus organizadores e recolhidos os trabalhos considerados eróticos e subversivos.

A censura não parava por aí: em 1969, em plena vigência do AI-5, o conflito com a censura chegou ao seu ponto mais tenso com a proibição da mostra dos artistas selecionados para a representação brasileira à IV Bienal de Paris, no MAM-Rio. O que provocou enérgico protesto da Associação Brasileira dos Críticos de Arte (ABCA), sob a presidência de Mário Pedrosa, na forma de um documento no qual a entidade anunciava seu propósito de não mais indicar seus membros para integrar júris de salões e bienais. A repercussão no exterior do fechamento da exposição do MAM e o documento da ABCA foi enorme, provocando um boicote internacional à Bienal de São Paulo.

A partir desses fatos e com a ditadura tornando-se cada vez mais brutal a partir dos anos 70, os artistas de vanguarda assumiram uma posição de marginalidade, ora agravando o conflito com a censura, ora exilando-se no exterior para continuarem vivos.

O império do terror no governo Médici (1969/74), com censura acirrada, invasões a domicílios, assassinatos e “desaparecimento” de presos políticos, através da ação dos DOI-CODIS, visando a extinção de qualquer tipo de oposição ao governo militar, foi o principal causador da destruição das atividades da vanguarda nos anos 70.

Jardel Dias Cavalcanti
Campinas, 14/4/2004

Sem título, Dally Schwarz

Aula de pintura e intermeios-2009


O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira

terça-feira, 4 de maio de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

ESTÁ TUDO NOS OLHOS A Verdade por Baixo do Véu


Achei esse trabalho muito interessante!
Estava em uma revista chamada Vice, nem acho ela tão interessante, os textos as vezes apresentam conteúdos meio mtv demais pro meu gosto. Linkei na foto a matéria completa.
A proposta é de um jornalista chamado Aaron Huey, ele viajou para o Iêmem—um país de forte tradição islâmica- e enquanto estava lá teve a oportunidade de fotografar e conversar com algumas jovens que usam a tradicional burca.


SA’ADIA
20 anos, solteira, estudante de inglês e informática

Talento oculto:
Dança árabe contemporânea

Três coisas que procura em um homem:
1. Honestidade
2. Beleza
3. Altura

Passagem favorita do Alcorão:
“Ele é Deus, único. Ele não gerou nem foi gerado e ninguém é compatível a Ele.”

Porque usa burca:
“Por opção. Só comecei a usar há oito meses. Fiz para ficar invisível. A sociedade e nossas tradições dizem que isso é bom.”

Se pudesse conhecer qualquer pessoa da história (viva ou morta), seria…
“Saddam Hussein. Todo mundo tem coisas negativas e positivas. Mas ele era corajoso e era a favor do pan-arabismo.”

Música preferida:
Hip-hop, Usher, Westlife, Backstreet Boys, Ricky Martin, Enrique Iglesias.

O que os ocidentais precisam saber sobre o mundo islâmico que eles não entendem?
“Os ocidentais não sabem nada sobres os árabes. São muito ignorantes em relação ao islamismo. Pensam que é só terrorismo. O islamismo honra o amor, a paz e a humanidade.”

Liberdade que gostaria de ter:
“Sou proibida de falar sobre isso.”

Em civilizações sem barcos, esgotam-se os sonhos, e a aventura é substituída pela espionagem, os piratas pelas polícias.

O barco, meu coração não aguenta
Tanta tormenta, alegria
Meu coração não contenta
O dia, o marco, meu coração, o porto, não

Navegar é preciso, viver não é preciso
Navegar é preciso, viver não é preciso

O barco, noite no céu tão bonito
Sorriso solto perdido
Horizonte, madrugada
O riso, o arco, da madrugada
O porto, nada

Navegar é preciso, viver não é preciso
Navegar é preciso, viver não é preciso

O barco, o automóvel brilhante
O trilho solto, o barulho
Do meu dente em tua veia
O sangue, o charco, barulho lento
O porto silêncio

Navegar é preciso, viver não é preciso
Navegar é preciso, viver não é preciso


Achei um texto do Foucault muito bom sobre os outros lugares, necessário:

http://www.virose.pt/vector/periferia/foucault_pt.html

quinta-feira, 18 de março de 2010

Ocupação do Sérgio Porto - Exhibition

convite Projeto Entre / Divulgação

Começa hoje a temporada do espetáculo Exhibition de Claudia Muller no sergio Porto- humaita.
Estou participando do espetáculo!
Espero todos lá!
Relembrando as datas e horário:
As apresentações acontecem quinta e sexta-feira (18 e 19/03) e nos dias 25 e 26 de março, sempre às 21h. No dia 25 de março, o professor Ricardo Basbaum participará de uma conversa com o público após o espetáculo.

terça-feira, 16 de março de 2010

Revista Tatuí

Pessoal!
Está já no ar o texto que escrevi para a revista Tatuí- critica de arte de Recife!
LEiam e comentem!!!
http://revistatatui.com/revista-online/artepublicidade-artenacidade/

domingo, 14 de março de 2010

Exhibition

https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=5ee9d5f612&view=att&th=1274b1794a529339&attid=0.1&disp=inline&zw


Convido a todos.
Estou participando do projeto.
Vai ser bem legal, no mínimo polêmico.
Assistam!!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Dança por Encomenda by Claudia Muller

Muito bacana a proposta da coreógrafa e bailarina.
Estou na espera do wokshop Exhhibition que vai acontecer a partir do dia 6 no Sérgio Porto!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

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