terça-feira, 13 de abril de 2010

ESTÁ TUDO NOS OLHOS A Verdade por Baixo do Véu


Achei esse trabalho muito interessante!
Estava em uma revista chamada Vice, nem acho ela tão interessante, os textos as vezes apresentam conteúdos meio mtv demais pro meu gosto. Linkei na foto a matéria completa.
A proposta é de um jornalista chamado Aaron Huey, ele viajou para o Iêmem—um país de forte tradição islâmica- e enquanto estava lá teve a oportunidade de fotografar e conversar com algumas jovens que usam a tradicional burca.


SA’ADIA
20 anos, solteira, estudante de inglês e informática

Talento oculto:
Dança árabe contemporânea

Três coisas que procura em um homem:
1. Honestidade
2. Beleza
3. Altura

Passagem favorita do Alcorão:
“Ele é Deus, único. Ele não gerou nem foi gerado e ninguém é compatível a Ele.”

Porque usa burca:
“Por opção. Só comecei a usar há oito meses. Fiz para ficar invisível. A sociedade e nossas tradições dizem que isso é bom.”

Se pudesse conhecer qualquer pessoa da história (viva ou morta), seria…
“Saddam Hussein. Todo mundo tem coisas negativas e positivas. Mas ele era corajoso e era a favor do pan-arabismo.”

Música preferida:
Hip-hop, Usher, Westlife, Backstreet Boys, Ricky Martin, Enrique Iglesias.

O que os ocidentais precisam saber sobre o mundo islâmico que eles não entendem?
“Os ocidentais não sabem nada sobres os árabes. São muito ignorantes em relação ao islamismo. Pensam que é só terrorismo. O islamismo honra o amor, a paz e a humanidade.”

Liberdade que gostaria de ter:
“Sou proibida de falar sobre isso.”

Em civilizações sem barcos, esgotam-se os sonhos, e a aventura é substituída pela espionagem, os piratas pelas polícias.

O barco, meu coração não aguenta
Tanta tormenta, alegria
Meu coração não contenta
O dia, o marco, meu coração, o porto, não

Navegar é preciso, viver não é preciso
Navegar é preciso, viver não é preciso

O barco, noite no céu tão bonito
Sorriso solto perdido
Horizonte, madrugada
O riso, o arco, da madrugada
O porto, nada

Navegar é preciso, viver não é preciso
Navegar é preciso, viver não é preciso

O barco, o automóvel brilhante
O trilho solto, o barulho
Do meu dente em tua veia
O sangue, o charco, barulho lento
O porto silêncio

Navegar é preciso, viver não é preciso
Navegar é preciso, viver não é preciso


Achei um texto do Foucault muito bom sobre os outros lugares, necessário:

http://www.virose.pt/vector/periferia/foucault_pt.html

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